Reafirmo o ainda não inventado entro no óbvio do tão inusitado apago a esclarecedora escuridão que ilumina o frio passado do não
Aqueço um inexistir desabitado liberto a pura e inocente carência fujo do seu domínio desajeitado seco a minha solidão de aparência
O tempo já há tempos esgotado de um relógio tão antigo parado marca o nulo e lento compasso de um caminhar tão sem passo
Contemplo um presente tão ausente sem chuvas de emoções prementes profetizo um possível futuro seguro pressinto cores e sabores diferentes de flores inebriantes e frutos maduros que germinarão no pomar do amanhã dos grãos rubis da doce esperança romã...
Wilson Madrid
03:03 - 23/01/2006
Sua senha é secreta. Nenhum funcionário do UOL está autorizado a solicitá-la. Regras de uso. | Crimes virtuais: denuncie