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Eu Escrevo Poesia!

Tópico: Leiam,comentem e poste uma ...

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Homens que caem

Esses homens que caem no mar
Que caem em mar
São tragados por ondas
E levados ao nada

Chegando ao fundo ...
Encontrando pedras que cravam-se
em seus pés

Uma vez levado pelas ondas
consumidos em dores
afundam-se mais os pés
nos pedregulhos

Quando o mar acalma
E as ondas dormem em silêncios

Os homens...
não dormem
não ficam em silêncios profundos

Estão loucos,
Estão caídos em mar...
no mar.


Anne
15:52 - 14/01/2006

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Respostas ao tópico: Leiam,comentem e poste uma ...

Isabel
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Uma de suas amigas leu... ;).
Gostei de sua frase, acho a melhor maneira de levar a luz à escuridão, trazê-la pra fora, transformá-la em poesia, boa forma de conhecer e dominar nosso lado negro.

Navalha de ouro... Liberdade!

Meu corpo dói;
Dor de vida, dor de fibra
torcida pelo movimento.
Tenho os sentidos atentos.
Momento de renascimento!
Outrora na penumbra aquecida
sem contar tempo.
Agora a navalha da vida.
Rompimento!
Mas ainda agarrada ao ventre do passado
me veio o sofrimento.
Mas a liberdade não traz só lamento,
mas, esquecimento, pressentimento.
Me toma mais forte agora o discernimento.
Me toma o crescimento.
Viva o recomeço com todo vindOURO sentimento.
03:15 - 09/02/2006 Apagar
Isabel
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Ops! Esqueci de ver a segunda página e respondi vendo só o fim da primeira...o.O
Sou meio atrapalhada, não levem a mal ...rsrs.
03:20 - 09/02/2006 Apagar
jesei
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Olá , gostaria de parabenizar a todos pelas ótimas poesias e dizer que a poesia inicial me tocou pois fala de uma maneira sútil da forma como o homem tem se afundado cada vez mais na sua pobreza de espírito. Ela nem saberá Eduardo Sousa em 16/01/06

Foi tão fugaz não deu pra perceber
Que os meus olhos só olhavam pra você
A noite iria sussurrar no meu ouvido
Desejos e sonhos que mantive aqui comigo
Sentado na areia com teu corpo a me escorar
De costas para aquela que estava a desejar
Sentindo o calor que emanava do seu dorso
E o perfume adocicado que vinha do seu pescoço

Num momento enlacei-te em meus braços
Embalados pela bebida nós dançamos num som laço
O teu corpo como um rio se movia lentamente
Minhas mãos ansiosas te tocavam levemente
Sentindo o frescor do teu corpo tão macio
Eu sonhava, eu pensava; é verdade? Eu duvido

Tuas formas delicadas e teu cabelo leve e solto
Fariam um homem são agir feito um louco
Teu carisma envolvente e tua doçura no falar
Ingr
11:00 - 27/02/2006 Apagar
Joao
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caros amigos,

sera que nao esta na hora de cair na real e colocar tudo isso num blog ou em um site? sei la, acho que voces estoa perdendo tempo aqui. Me desculpe, mas essa é minha opiniao.
16:18 - 17/03/2006 Apagar
Joao
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Sexo, Mentiras e Passwords Breaking!

O Jornal italiano Republica e os nossos tablóides trazem mais uma safra de
escândalos. Até onde iremos nesta descida espiral de denuncias, acusações,
CPIs e pizzas voadoras e dançantes!?

Ah! como dói ser brasileiro! Machado de Assis revolve-se no pó da terra! Que
dizer então de Camões! Os Guardiões da Língua Materna já não conseguem
descansar em paz com os constantes discursos improvisados. A retórica tomou
o lugar da lógica.
A estética nocauteou a ética.

Ah! Meus amigos, não consigo comemorar a Missão Centenária. Não consigo!
Estou podado! Derrubado! Somente Jeremias compreenderia. Somente Tiradentes
e os bons brasileiros de boa cepa de ontem e de hoje compreendem o que esta acontecendo com nossa Pátria Amada!

Mas, nos palácios parece que ela se transformou em uma Camélia, Dama da Noite. É difícil olhar para nossa Alma Mater e Vê-la assim, manchada, como
que despida em praça publica.

Hoje foi dia de eclip
11:13 - 30/03/2006 Apagar
Joao
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A tempos que nao via um texto tao forte!
Parabens!
09:22 - 31/03/2006 Apagar
Luciano Dionísio
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Parabéns, gente! poesia de qualidade! aqui vai a minha:

Litoral

Os sonhos e as nuanças
E as fragrâncias de jasmim
( Muito mais que um tanto assim);
As conchas e as lembranças
Das distâncias mais sem fim:
Paz que o mar trouxe, por fim.

Como traz nas suas rendas,
Garrafas, contos e lendas,
Do seu manto de cetim;
Suavizando contendas,
Rasuras, medos e emendas
Que rugem dentro de mim!

Beijos!
02:39 - 09/04/2006 Apagar
kk
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oi nanda, me identifiquei muito com seu poema, adorei....
23:09 - 11/04/2006 Apagar
Antonio Carlos Rocha
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Somos anjos passeando pelo éter.
TRAVESSIA

O anjo decaído na terra das sombras
De súbito flanava no vale da luz
No seu caminho errático e sem destino:
Anjo menino.
Nesse agir inconstante se perdia
Ora aqui, ora lá,
Na rede de Lilith,
Na cama de Circe,
No banquete de Ulisses,
Na corrida de bigas,
No barco de Argonautas,
No inferno de Dante,
No reino das Amazonas,
No vinho de Baco,
No violino cigano,
Nas mãos de Eurídice,
No seio de Leda,
No labirinto de Creta.
Tocou harpa, tocou banjo,
Tamborim, atabaque,
Violão, viola, piano,
E até sanfona tocou.
Foi moleque de rua,
Jogador de tênis ,
Juiz de futebol.
Coroinha, malandro,
Vereador, deputado,
Jornalista, poeta,
Leão-de-chácara,
Polícia e ladrão.

Com o tempo a fruta apodrece,
A mente esquece,
O corpo definha,
As asas somem,
O anjo é homem
Mas deseja ser mulher.
Rainha, escrava,
Freira ou puta,
Rica ou pobre,
Cafetina, vá lá...
Humanas sensações,
O gozo e a dor,
Saúde e a febre,
Amor e sau
00:07 - 21/04/2006 Apagar
Antonio Carlos Rocha
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continuação:
Com o tempo a fruta apodrece,
A mente esquece,
O corpo definha,
As asas somem,
O anjo é homem
Mas deseja ser mulher.
Rainha, escrava,
Freira ou puta,
Rica ou pobre,
Cafetina, vá lá...
Humanas sensações,
O gozo e a dor,
Saúde e a febre,
Amor e saudade,
Razão e loucura,
Sonho e delírio,
Gosto de maça,
Picada de cobra,
Perfume de jasmim,
Mel de abelha,
E a torta da mãe Joana.

Merda! Anjo não tem sexo!
Chega de ser anjo!

Ora descansa em outro plano,
Dimensão da penumbra,
Das névoas cinzentas,
Do profundo meditar,
No silêncio e na paz,
Dessa travessia
Para o sol do amanhecer.




00:12 - 21/04/2006 Apagar
Joao
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Meditações sobre o Iguaçú.

Nosso grande chefe branco
Viajou para segurar o tranco
Mas lá em Puerto Iguazu
Faltou um drink de cupuaçu.

Porque el gran general
Falou mais que prelado papal
E o ciclope Del plata
Tinha um sorriso de llata

Assim, venceremos distraídos
Nossas ilusões de gigante adormecido
E entre uma e outra re - união
Desfaz-se a alardeada u n i ã o

João Gomes Moreira
05-05-2006




19:09 - 05/05/2006 Apagar
Shadow2009
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João, de imediato peço desculpas por minha ignorância, mas confesso que para mim ficou meio obscuro o poema. Acredito que faltem-me informações a respeito que algum fato histórico acerca da Guerra do Paraguai ou coisa semelhante.
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Poesia banal

Não faço canto de novidade
Pois canto o que vem no peito
Amor e tristeza fazem-se saudade
Sentimentos banais nesse feito

Se a lua nova é escuridão
Cantarei odes a sua beleza
Poesia é instrumento da paixão
Simplicidade, força e leveza

É o que graça na pena do poeta
A cantilena da natureza e do amor
Verdade sem mentira não é completa
Não há nada de novo no palco da dor

E é ruminando a beleza das coisas
Que a poesia germina suas vinhas
Pois amor é fecundo e banal tal rosas
Que germina, perfuma e definha
10:50 - 28/11/2007 Apagar

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